Cheiroso denuncia corte de 30% no repasse da Prefeitura às entidades assistenciais

O vereador questionou a Prefeitura de Frutal sobre a diminuição em 30% dos repasses às entidades de Frutal

Publicado em: 26 de abril de 2017

Durante a reunião ordinária da Câmara de Frutal do último dia 24 de abril, o vereador Edivalder Fernandes “Cheiroso” questionou a Prefeitura de Frutal sobre a diminuição em 30% dos repasses às entidades de Frutal. Em sua fala durante a sessão, ele informou que em recente reunião realizada pela prefeita Maria Cecília Marchi Borges com os representantes das entidades assistenciais, foi anunciado que três das dez parcelas de subvenção previstas para este ano de 2017 não serão pagas.

A informação pegou de surpresa diversas entidades que contam com os repasses do município para pagar suas contas e se manter em pleno funcionamento. “Já estamos finalizando o mês de abril e teríamos que ter pagado três parcelas das subvenções. Foi feita uma reunião para anunciar que só seriam pagas sete parcelas, ou seja, de agora para frente. Ouvimos durante toda a campanha eleitoral que ela faria o que fez nos mandatos anteriores, que é pagar o valor aprovado dentro do orçamento, e é preciso fazer justiça que isso aconteceu antes, mas não vai acontecer agora”, afirmou.

De acordo com Edivalder, essas entidades são importantes para a assistência social no município, já que fazem direito aos repasses pelo menos três creches que não são públicas, a APAE e o Asilo Pio XII. “Não acho justo a alegação que não será feito o pagamento por questão financeira. No Portal Transparência da Prefeitura está demonstrado que foram arrecadados mais de R$33 milhões nos três primeiros meses deste ano, sendo gasto R$26 milhões com pagamentos. Ou seja, existe o recurso”, enfatiza.

O vereador ainda destacou que há entidades que estão com a documentação totalmente regularizada e, mesmo assim, não receberam os repasses previstos. Cheiroso pontuou ainda que no primeiro trimestre deste ano a Prefeitura acumulou um superávit de R$2 milhões em relação ao previsto no Orçamento do Município e, mesmo assim, as entidades serão penalizadas com a falta de recursos que, ao seu ver, tal ação não é justificada.


Publicado por: Assessoria de Comunicação

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